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TSTTST · IAGenDiagnóstico de competências

Sobre quais ombros o trabalho se apoia?

As principais referências

Organizadas por eixo teórico — não em lista alfabética — cada obra com o seu papel específico nesta pesquisa. Formato APA 7ª edição.

Gestão por Competências

  • McClelland (1973); Boyatzis (1982); Spencer & Spencer (1993)

    Escola norte-americana (CHA): competência como atributos preditivos de desempenho replicável — fornece a estrutura de blocos do instrumento.

  • Le Boterf (1995); Zarifian (1999)

    Escola europeia: o “saber agir” diante do inesperado — a justificativa teórica central, dado que modelos generativos não produzem desempenho replicável.

  • Dutra (2004)

    Escola brasileira: entrega de valor à organização — contextualiza as competências comportamentais.

Aceitação e ajuste tecnológico

  • Venkatesh et al. (2003) · UTAUT

    Quatro determinantes de adoção — sustenta os Blocos 2, 3 e o módulo de barreiras.

  • Goodhue & Thompson (1995) · TTF

    A tecnologia entrega valor só quando se ajusta à tarefa — o Bloco 6 (P29–P34) e a leitura mais fina do estudo.

Capacitação e transferência de aprendizagem

  • McCall, Lombardo & Morrison (1988) · 70:20:10

    Distribui o desenvolvimento em prática (70%), social (20%) e formal (10%) — converte o diagnóstico em plano de ação por perfil.

  • Baldwin & Ford (1988)

    Teoria da transferência de aprendizagem — fundamenta o desenho das trilhas formativas.

Literacia em IA e competências digitais

  • Long & Magerko (2020); Ng et al. (2021)

    Definem literacia em IA — base da competência informacional como meta-competência.

  • Vuorikari et al. (2022) · DigComp 2.2

    Quadro europeu de competências digitais — operacionaliza as competências técnicas dependentes.

  • Floridi et al. (2018) · AI4People

    Princípios éticos para IA — fundamenta o Bloco 4 (ética e governança).

IA no setor público e governança

  • Wirtz et al. (2019); Kuziemski & Misuraca (2020); Dwivedi et al. (2023)

    Governança de IA no governo — enquadra o risco institucional e regulatório.

  • Bommasani et al. (2021)

    Natureza estocástica dos modelos de fundação — sustenta o argumento do risco epistêmico.

  • Hržica et al. (2025)

    Modelo de duplo nível (indivíduo × organização) — dialoga com a cisão do TTF encontrada na AFE.

  • Gong et al. (2024); Alon-Barkat et al. (2025); Belényesi (2025); Laux (2024); Blanchet & Trento (2023)

    Estudos recentes de IA no setor público — atualizam o estado da arte 2023–2025.

Metodologia e psicometria

  • Cochran (1977)

    Fórmula do tamanho amostral para população finita.

  • Likert (1932)

    A escala de 5 pontos usada nos 22 itens métricos.

  • Pasquali (2020); Polit & Beck (2011)

    Validação de conteúdo, semântica e de face do instrumento.

  • Hair et al. (2019); Field (2020)

    Critérios multivariados: razão observações/variável, análise fatorial, clusters.

  • Dillman (2007); Vergara (2016); Malhotra (2012)

    Delineamento de survey e método de pesquisa aplicada.

Normativos e documentos institucionais

  • CNJ (2025) · Resolução 615/2025

    Regula o uso de IA nos tribunais — o marco normativo central do problema.

  • TST (2025)

    Regulamentações internas e o assistente Chat-JT.

  • Lei 13.709/2018 (LGPD); Resolução CNS 510/2016

    Base legal da proteção de dados e da ética em pesquisa com humanos.

  • CNJ & PNUD (2024); UNESCO (2022, 2023, 2025); OECD (2024)

    Panorama internacional de governança de IA no Judiciário e no setor público.

Fonte: Relatório Metodológico, Partes II.3, II.5, III.2 e X. Quando o documento não traz a referência completa (veículo, páginas), reproduz-se apenas o que consta — sem completar com dados inventados.